sábado, 31 de agosto de 2013

Educar...um ato de amor





 





História da Sra. Thompson e Teddy







Relata Sra. Thompson, que no seu primeiro dia de aula, parou em frente aos seus alunos da Quinta série primária e, como todos os  demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual.

No entanto, ela sabia que isso era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um garoto chamado Teddy. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheirando mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.

Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano. A Sra. Thompson deixou a ficha de Teddy por último. Mas quando a leu foi grande sua surpresa.

A professora do primeiro ano escolar de Teddy havia anotado o seguinte: Teddy é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos.Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.

A professora do segundo ano escreveu: Teddy é um aluno excelente e muito querido pelos seus colegas, mas tem estado preocupado com a mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar muito difícil.

Da professora do terceiro ano constava a anotação seguinte: a morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Teddy. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo. A professora do quarto ano escreveu: Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.

A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu - se ainda pior quando lembrou dos presentes que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Teddy, que estava enrolado num papel marrom de supermercado.

Lembra - se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas, ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco do perfume sobre a mão. Naquela ocasião Teddy ficou um pouco mais tempo na escola do que o de costume.

Lembrou - se ainda, que Teddy lhe disse que ela estava cheirosa como a mãe. Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Thompson chorou por longo tempo.... Em seguida, decidiu- se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Teddy.

Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava, e quando mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Teddy saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Thompson recebeu uma notícia em que Teddy lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.

Seis anos depois, recebeu outra carta de Teddy, contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera. As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Theodore Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Teddy.

Mas a história não terminou aqui. A Sra. Thompson recebeu outra carta, em que Teddy a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai. Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Teddy anos antes.

Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Teddy lhe disse ao ouvido: obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer diferença.

Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho: você está enganado ! Foi você que me ensinou que eu podia fazer diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Metáfora-Psicologia para você trabalhar em grupo


                                                                O sábio e o viajante

Conta uma lenda popular do Oriente que um jovem chegou a beira de um oásis junto a um povoado e aproximou-se de um velho e perguntou-lhe: "Que tipo de pessoa vive neste lugar?"

"Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?", perguntou por sua vez o ancião. "Oh, um grupo de egoístas e malvados.", replicou o rapaz. "Estou satisfeito de haver saído de lá."

A isso, o velho replicou: "A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui." No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião, perguntou-lhe:
"Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?" O rapaz respondeu: "um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las." "O mesmo encontrará por aqui.", respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho: “Como é possível dar respostas tão diferentes a mesma pergunta”? Ao que o velho respondeu:
“Cada um carrega no seu coração o meio em que vive”. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares onde passou, não encontrará outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter o controle absoluto.

MORAL DA HISTÓRIA: Coloque dentro de você a ideia do sucesso. O primeiro requisito essencial a todo homem para encontrar vida digna de ser vivida é ter uma atitude mental positiva.

Vídeos Educativos

O Orientador Educacional é o responsável,na maioria das vezes,em fazer o direcionamento das reuniões dos educadores,dos pais /e ou responsáveis,dos alunos  e com a comunidade.É interessante iniciarmos com momentos de reflexão com vídeos rápidos ,reflexivos que conscientizam e motivam o grupo para o início de um bom diálogo.Segue algumas dicas...






Antílope 1 - de forma cômica mostra como seria bom se não precisássemos trabalhar para sobreviver







Antílope 2 -de forma cômica e sintética , mostra que temos que estar em alerta em busca da sobrevivência






Rápido e sintético,o vídeo mostra em poucos segundos a reação passiva de um pai diante da atitude mal educada de um filho e sugere...uso de camisinha.








O vídeo,mãe do ano,mostra de forma cômica a reação desesperada de uma mãe , diante de atitude malcriada do filho no supermercado.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

ECA-Como proceder diante de algumas situações situações

 O ECA leva em consideração os direitos dos jovens e atribui penalidades a quem os desrespeita. educadores e pais têm de garantir esses direitos. E é isso que assusta! Como agir diante de certas situações que causam insegurança e constrangimento? Para esclarecer as principais dúvidas com questões relacionadas ao ECA, seguem as dicas de como proceder. Mas lembrem-se, muitas vezes podemos resolver na própria escola . Em outras, é necessário pedir ajuda ou orientação ao Conselho Tutelar (CT) ou ao Ministério Público (MP). 




1. A escola pode recusar matrícula de criança com deficiência física ou mental? 


Não. A escola deve matricular a criança e procurar se adaptar e capacitar seus professores o quanto antes. Algumas medidas podem ajudar no primeiro momento, como a colocação de rampas para quem usa cadeira de rodas; o uso de faixas coloridas nas paredes ou impressos maiores (apostilas, placas etc.) para os que têm visão abaixo do normal. Se o pai considerar que as necessidades do filho não estão sendo atendidas pode denunciar a escola. Nesse caso, o diretor terá de explicar se existe intenção de tomar as providências necessárias. Em caso afirmativo, a escola se compromete por escrito a realizar as alterações em determinado período, durante o qual não pode sofrer processo judicial. Se o pacto não for cumprido, o promotor entra com ação na justiça. Quando a escola não quer fazer o acordo, o MP pode: levar o caso a promotoria criminal, entrar com ação judicial para garantir o acesso da criança à escola ou arquivar o processo se der razão à escola.


2. A escola pode recusar a matrícula se suas classes estiverem superlotadas?
Não. A escola deve providenciar a estrutura necessária para atender o novo aluno. Se depois disso a equipe concluir que recebê-lo é realmente impossível precisa buscar junto com os pais outra escola. Se o problema da falta de vaga persistir e a família insistir em matricular o filho naquela unidade, a escola deve se garantir comunicando ao MP que procurou todas as soluções possíveis. Assim, a superlotação não é uma falha da escola, mas do poder público, que não oferece vagas suficientes. A partir daí, o promotor busca solução extrajudicial ou abre inquérito para cobrar do poder público mais vagas ou ampliação do espaço físico da unidade. A possibilidade mais imediata é o juiz conceder liminar garantindo a presença do aluno na sala de aula ou a contratação de mais professores. A promotoria só entra com ação quando, apesar das medidas já tomadas, houver resistência do poder público em garantir o acesso do estudante à escola.

3. Revistar o aluno por suspeita de roubo é uma forma de constrangimento? 
Depende. Revistar a mochila de um único estudante é uma forma de constrangimento. Se, ao contrário, o professor pedir a todos que estiverem na classe que olhem a própria bolsa e verifiquem se, "por engano", não estão com o objeto desaparecido do colega, dificilmente se caracterizará situação vexatória. O bom senso deve prevalecer sempre.


4. Se a criança não vai à escola por falta de transporte, a escola é obrigada a fornecê-lo?
Não diretamente. Se a deficiência de transporte chega ao MP, o órgão abre uma ação civil pública para garantir àquela criança condução até a escola.

5. Se a criança falta muitos dias sem justificativa, a escola precisa comunicar o CT?
Sim. Os diretores de escolas de Ensino Fundamental devem avisar o CT depois que tenham feito tudo o que estava ao seu alcance, como se informar sobre o motivo das faltas com os pais e os colegas ou mandar um mensageiro até a casa do estudante para saber o que está acontecendo. A escola não é obrigada por lei a provar que medidas já tomou. Ela pode, simplesmente, indicar o nome do aluno ausente e a quantidade de faltas. Para agilizar o processo, tanto o CT como o MP orientam os diretores a apresentar um histórico com todas as providências já tomadas. É importante também que a escola informe os pais ou responsáveis de que manter a criança na escola é um dever legal e, se não o cumprirem, poderão responder perante o Juízo da Infância e da Juventude. Em situações extremas, a conduta dos pais pode configurar crime de abandono intelectual.


6.Se o aluno faltar às aulas por sofrer maus tratos, trabalhar ou por motivos religiosos a escola deve entrar em contato com o MP?
Sim. O promotor pode garantir o retorno da criança à sala de aula. Se os pais não deixarem o filho ir à escola, correm o risco de ser responsabilizados e até de perder o poder sobre a criança. É dever da escola conscientizar a família sobre o direito da criança à educação. Não deve haver preocupação com relação ao embaraço perante os pais. O comunicado ao MP ou ao CT pode ser feito anonimamente. Nesse caso, o ideal é a escola produzir relatório pedindo sigilo.


7. A escola precisa de provas para denunciar que uma criança sofre maus tratos em casa?
Não. A denúncia deve ser feita mesmo que só haja indícios — marcas pelo corpo ou comportamento fora do normal. A escola deve informar esses casos ao CT. Se não fizer isso comete uma infração administrativa. Se o diretor se sentir intimidado pelo agressor da criança pode abrir mão de dialogar com a família e encaminhar o problema diretamente ao CT ou acionar o MP. No entanto, o professor que tem a confiança da criança pode obter informações importantes em uma conversa. Além disso, há o recurso da denúncia anônima, desde que a escola registre o fato e peça sigilo em relatório.


8.Casos de violência entre alunos ou entre alunos e professores devem ser denunciados?
Depende. As agressões entre alunos têm de ser resolvidas inicialmente com ações pedagógicas. Além de orientar o aluno agressor e aplicar a ele a pena prevista pelo estatuto da escola, é preciso alertar os pais. Se o problema não for resolvido dessa maneira, parte-se para o CT. Quando os casos são mais graves — lesão corporal, injúria, calúnia — e o aluno apresenta um comportamento anti-social constante, a escola deve fazer um boletim de ocorrência na delegacia. Encaminhado ao MP, o adolescente é ouvido pelo promotor de Justiça, que decide pelo arquivamento do processo (quando não há qualquer indício do fato ou da autoria), pela remissão (perdão, dependendo das circunstâncias) ou pela representação (processo perante o Juízo da Infância e Juventude para aplicação de medida socioeducativa — que pode ser uma simples advertência, reparação do dano ou internação). Essas medidas só se aplicam ao adolescente com idade entre 12 e 18 anos. Se o agressor for criança, a escola deve encaminhar o caso ao CT. É importante reforçar a diferença entre ato infracional — crime ou contravenção penal — de ato de indisciplina, que se caracteriza pelo descumprimento das normas fixadas pela escola. Nesse caso, só cabem soluções no âmbito escolar, não sendo aconselhável encaminhar o problema a órgãos públicos.


09. A escola pode pedir para o aluno se retirar (voltar para casa) se perceber que ele está armado, drogado ou portando drogas?

Não. O procedimento adequado é, primeiramente, conversar com o estudante, de preferência nos intervalos para evitar constrangimento. Depois, o fato deve ser comunicado à direção e os pais do aluno, chamados à escola. Se o estudante for menor de 12 anos, um representante do CT precisa ser convocado. É essa pessoa que dará os encaminhamentos legais. Se o estudante for maior de 12 anos, a polícia deve ser chamada.



10. O professor pode chamar a polícia se for agredido pelo aluno?

Sim. Porém, antes disso, o fato deve ser comunicado ao diretor, pois é ele quem tomará as providências adequadas. Se a agressão for grave, os pais do estudante devem ser comunicados. Caso o jovem tenha menos de 12 anos, é obrigatória a convocação de um representante do CT. Se o aluno for mais velho, a polícia pode ser chamada para fazer boletim de ocorrência. A escola, com ajuda da secretaria de educação deve abrir uma sindicância para esclarecer o contexto do desentendimento.




Quer saber mais?
Associação Comunidade de Mãos Dadas, Av. Ana Costa, 255, 1o andar, 11060-001, Santos, SP, tel. (13) 3222-5002, e-mail: acmd@acmd.org.br, internet: http://www.acmd.org.br/
Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência, R. Fonseca Teles, 121, 2º andar, 20940-200, Rio de Janeiro, RJ, tel. (21) 2589-5656, e-mail: abrapia@openlink.com.br, internet: http://www.abrapia.org.br/
Associação de Educação Católica do Rio de Janeiro, R. Evaristo da Veiga, 16, sala 702, 20031-040, Rio de Janeiro, RJ, tel. (21) 2240-1383, e-mail: arturcmotta@uol.com.br




Ações específicas do Orientador Educacional




 - Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico e reivindicar ações que correspondem a sua função; -Realizar um trabalho de recepção e adaptação dos alunos, no ambiente escolar; -Propiciar atividades que favoreça a socialização, a confiança em si e nos outros, a iniciativa e a criatividade dos educandos; -Habituá-los a viver e a conviver no ambiente escolar para que no mesmo se ajustem e melhor revejam suas potencialidades, a fim de melhor serem atendidos e orientados; - Observar os educandos quanto às suas peculiaridades de comportamento e temperamento, com a cooperação dos professores; - Cuidados que fazem necessários como a educação sexual e a formação moral; - Participar dos Conselhos de Classe dando aconselhamento pedagógico oferecendo e coletando informações; - Realizar serviço integrado com a Coordenação Pedagógica, visando o acompanhamento do rendimento escolar do aluno; - Propor atividades que favoreçam as relações interpessoais, aluno x professor e aluno x aluno e demais elementos da escola; - Participar do critério para a constituição de turmas - Compatibilizar do Regimento Interno com a Legislação e Diretrizes, bem como do currículo; - Participar das atividades de sondagem para a elaboração do diagnóstico da clientela escolar e da comunidade; - Assistir ao aluno em grupo (sessões coletivas) ou individual;  - Programar e coordenar reuniões pedagógicas envolvendo professores, família e comunidade; - Promover e/ou participar de reuniões e/ou sessões de estudo, planejamento com professores; - Participar e acompanhar a execução de projetos e atividades especiais desenvolvidas na escola; •-Elaborar e divulgar gráficos e tabelas com as principais atividades realizadas pelo OE e resultados; -Sistematizar o trabalho da OE (fichas, arquivo, assinatura...) ; - Criar, organizar e manter arquivo para registro de todas as ações desenvolvidas no âmbito escolar;  - Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais; - Articular junto ao professor atividades específicas para aluno que não acompanha o processo escolar;  - Orientar a comunidade escolar sobre o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente; -Realizar a escolha dos líderes de sala, grêmio estudantil e professor representante de turma; - Acompanhar e subsidiar a atuação do professor representante de turma; -Viabilizar a devolutiva dos atendimentos e encaminhamentos dos alunos e turmas aos professores; - Realizar ações referente a educação sexual, prevenção ao uso indevido de drogas, meio ambiente, ética, cidadania, convivência saudável, entre outros, de acordo as prioridades estabelecidas pela escola; - Realizar sessão coletiva com os alunos, utilizando materiais como textos, revistas, filmes, músicas entre outros, visando o desenvolvimento integral do educandos; -Participar das reflexões /discussões referente a aplicação de normas disciplinares; - Acompanhar de forma sistematizada as saídas dos alunos no período de aula; - Realizar reuniões periódicas com os representantes de turmas, acompanhando no desenvolvimento da sua liderança; - Identificar e trabalhar junto á família, as causas que interferem no avanço do processo de ensino e de aprendizagem; -Observar e sondar possíveis influências, no ambiente familiar, que prejudica o desenvolvimento do educando, intervindo/ou encaminhando (rede interna/ externa), sempre que necessário; - Acompanhar os estudantes  na área de Orientação Profissional; - Estabelecer parceria com profissionais de outras instituições tendo em vista o fortalecimento das ações desenvolvidas na Unidade Escolar.
- Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico e reivindicar ações que correspondem a sua função;
-Realizar um trabalho de recepção e adaptação dos alunos, no ambiente escolar;
-Propiciar atividades que favoreça a socialização, a confiança em si e nos outros, a iniciativa e a criatividade dos educandos;
-Habituá-los a viver e a conviver no ambiente escolar para que no mesmo se ajustem e melhor revejam suas potencialidades, a fim de melhor serem atendidos e orientados;
- Observar os educandos quanto às suas peculiaridades de comportamento e temperamento, com a cooperação dos professores;
- Cuidados que fazem necessários como a educação sexual e a formação moral;
- Participar dos Conselhos de Classe dando aconselhamento pedagógico oferecendo e coletando informações;
- Realizar serviço integrado com a Coordenação Pedagógica, visando o acompanhamento do rendimento escolar do aluno;
- Propor atividades que favoreçam as relações interpessoais, aluno x professor e aluno x aluno e demais elementos da escola;
- Participar do critério para a constituição de turmas
- Compatibilizar do Regimento Interno com a Legislação e Diretrizes, bem como do currículo;
- Participar das atividades de sondagem para a elaboração do diagnóstico da clientela escolar e da comunidade;
- Assistir ao aluno em grupo (sessões coletivas) ou individual;
- Programar e coordenar reuniões pedagógicas envolvendo professores, família e comunidade;
- Promover e/ou participar de reuniões e/ou sessões de estudo, planejamento com professores;
- Participar e acompanhar a execução de projetos e atividades especiais desenvolvidas na escola;
-Elaborar e divulgar gráficos e tabelas com as principais atividades realizadas pelo OE e resultados;
-Sistematizar o trabalho da OE (fichas, arquivo, assinatura...) ;
- Criar, organizar e manter arquivo para registro de todas as ações desenvolvidas no âmbito escolar;
- Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais;
- Articular junto ao professor atividades específicas para aluno que não acompanha o processo escolar;
- Orientar a comunidade escolar sobre o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente;
-Realizar a escolha dos líderes de sala, grêmio estudantil e professor representante de turma;
- Acompanhar e subsidiar a atuação do professor representante de turma;
-Viabilizar a devolutiva dos atendimentos e encaminhamentos dos alunos e turmas aos professores;
- Realizar ações referente a educação sexual, prevenção ao uso indevido de drogas, meio ambiente, ética, cidadania, convivência saudável, entre outros, de acordo as prioridades estabelecidas pela escola;
- Realizar sessão coletiva com os alunos, utilizando materiais como textos, revistas, filmes, músicas entre outros, visando o desenvolvimento integral do educandos;
-Participar das reflexões /discussões referente a aplicação de normas disciplinares;
- Acompanhar de forma sistematizada as saídas dos alunos no período de aula;
- Realizar reuniões periódicas com os representantes de turmas, acompanhando no desenvolvimento da sua liderança;
- Identificar e trabalhar junto á família, as causas que interferem no avanço do processo de ensino e de aprendizagem;
-Observar e sondar possíveis influências, no ambiente familiar, que prejudica o desenvolvimento do educando, intervindo/ou encaminhando (rede interna/ externa), sempre que necessário;
- Acompanhar os estudantes  na área de Orientação Profissional;
- Estabelecer parceria com profissionais de outras instituições tendo em vista o fortalecimento das ações desenvolvidas na Unidade Escolar.